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24 de fevereiro de 2010

Ao meu amigo...




Não tenho muitos, mas amo os que tenho. Talvez não devesse dizer o que vou dizer aqui, porém nunca saberei se deveria ter dito se não o disser. O fato é que eu tenho um amigo querido, daqueles que você considera pra caramba, e não gosto de ver o rumo que ele está tomando. Não dou conselhos e não me intrometo na vida de ninguém. Não gosto que se intrometam na minha vida e muito menos que fiquem me dando conselhos. Conselhos são aquelas atitudes que as pessoas tiveram, que não deram certo e que agora querem repassar a você em forma de frustração. Conselho não dou e não quero. Agradeço, mas não quero.

Dessa vez eu preciso falar: liberdade é outra coisa. Liberdade não é levar uma vida desregrada só porque os seus amigos levam. Liberadade não é viver sozinho, badalando e fazendo coisas que você poderá se arrepender depois. Liberdade não é isso. Aliás, liberdade, a meu ver, não tem definição. Cada um define a sua liberdade. O meu sentido de liberdade é completamente diferente do seu e do seu e do fulano. Liberdade é mais do que qualquer outra coisa. Liberdade, pra mim, é sentir-se livre fazendo o que te faz bem.

Portanto, aqui finalizo. Fica bem, se precisar de mim você sabe que eu tô aqui, de braços e coração aberto pra te receber e te dar um abraço bem apertado. Quando você se encontrar vai saber que o sentido de liberdade está em cada um de nós e às vezes perdemos grandes pessoas por medo de acreditar que estamos sendo felizes.


29 de janeiro de 2010

Dedique-se!




Sobre a dedicação não há muito o que falar. Ou pode até existir o muito-o-que-falar, porém muita gente não vê o real sentido dessa palavra-ato. O ato de dedicar possui vários significados, mas tem um que é mais especial pra mim. O ato consagrar sua afeição e ou seus serviços a alguém, consagrar-se, dar-se, tornar-se um complemento para aquele a quem você destina o seu melhor sentimento: o amor!

Dedicação é um algo muito estranho. Mais estranho do que eu escrever que é “um algo”. Ela atinge diferentes níveis em diferentes pessoas. Umas percebem a dedicação do outro e ficam felizes com isso. Outras percebem e não dão o menor valor. Outras não percebem e deixam todas as boas oportunidades da vida passarem em brancas nuvens.

Como assim? Assim! Assim do jeito de quem tem mais o que fazer da vida. Assim do jeito que tem um milhão de coisas pra fazer em casa, assim como tem um milhão de coisas pra fazer na rua, assim como tem um milhão de coisas pra fazer na internet. E nisso, a dedicação do outro torna-se um estou-a-disposição-sempre-que-precisar-de-mim. E não é assim que a banda toca. Todo ser humano tem uma coisinha chamada brio e quando este é atingido, meu filho, sai de baixo. Quando o brio da pessoa diz que ela está sendo deixada de lado, rejeitada, sendo um segundo plano, alternativa ou algo assim, o bicho pega e pega feio. O bicho pega porque o tal brio obriga a pessoa a ser tão fria quanto a outra. E isso não é legal.

Tá de férias? Curte as férias! Tá trabalhando? Arruma um tempinho pra estar junto, conversar, olhar pro olho do outro. Estar junto não é estar perto. Estar junto é ser companheiro nos desejos, nos anseios, na vida. É deixar transparecer que você está atento a tudo o que acontece com o seu objeto dedicado. É ser presença e não estar presente!

É ser feliz com quem se dedica a te fazer feliz!

Dê boas vindas ao mundo real, que é o que realmente te dá a base de tudo.


Agora vai!




Desde 2008 em atividade e muito pouco (ou quase nada... ou nada) utilizado.

Talvez por falta de maturidade, ou de paciência, ou de um mix de coisas.

Resolvi migrar tudo o que tenho espalhado pra cá.

Portanto, sinta-se a vontade!

Beijos do Diego.